rtp.pt - 29 ago. 18:51
Governo recusa "politiquices" associadas a arranque preliminar do Metro Mondego
Governo recusa "politiquices" associadas a arranque preliminar do Metro Mondego
O ministro das Infraestruturas e Habitação recusou sexta-feira em Coimbra que o arranque preliminar do metrobus apenas em Coimbra esteja relacionado com as autárquicas e referiu que o certificado de segurança impede a circulação até à Lousã.
O Sistema de Mobilidade do Mondego (SMM), que vai operar com autocarros elétricos articulados em via dedicada até Serpins (Lousã), arrancou hoje a sua operação preliminar, apenas num troço de cinco quilómetros na cidade de Coimbra, sendo expectável que o serviço que passa por Miranda do Corvo e Lousã possa estar a funcionar até ao final do ano.
O arranque apenas neste troço em Coimbra, onde a autarquia é liderada por José Manuel Silva (numa coligação que integra PSD e CDS-PP), motivou críticas das concelhias do PS de Miranda do Corvo e da Lousã, que exigiram a abertura imediata do troço até Serpins, assim como das duas autarquias (de liderança socialista) que defenderam que o sistema só deveria operar quando o troço suburbano estivesse pronto.
Em resposta a estas críticas, o ministro Miguel Pinto Luz, que andou hoje no troço que foi aberto de forma preliminar, disse que não alinha "em politiquices" e que este arranque "não tem rigorosamente nada a ver" com as autárquicas, que decorrem em outubro. PUB
O arranque apenas neste troço em Coimbra, onde a autarquia é liderada por José Manuel Silva (numa coligação que integra PSD e CDS-PP), motivou críticas das concelhias do PS de Miranda do Corvo e da Lousã, que exigiram a abertura imediata do troço até Serpins, assim como das duas autarquias (de liderança socialista) que defenderam que o sistema só deveria operar quando o troço suburbano estivesse pronto.
Em resposta a estas críticas, o ministro Miguel Pinto Luz, que andou hoje no troço que foi aberto de forma preliminar, disse que não alinha "em politiquices" e que este arranque "não tem rigorosamente nada a ver" com as autárquicas, que decorrem em outubro. PUB